Minha Primeira Semana no Steemit, e Minhas Primeiras Impressões

Aiyumi -

Nunca tive muita paciência nem sorte com redes sociais.

  • Eu tentei usar o Twitter, mas de lá não saiu nada. Não tive paciência pra ler as coisas dos outros e postar constantemente, e era um saco ter de ficar reformulando tudo que eu escrevia pra fazer caber no limite de caracteres. No fim das contas, meu Twitter foi rebaixado para a função de apenas informar os leitores sobre atualizações do blog e das minhas fanfics. Eu só tenho uns 7 seguidores, e meus tweets nem sequer aparecem nas buscas do Twitter, só porque eles contêm links (para este blog ou para minhas fan fictions). Pelo que entendi, o fato de que eles contêm links e não tem retweets faz com que os bots do mecanismo de pesquisa do Twitter pensem que meus tweets são spam! Então, ninguém além dos meus 7 seguidores consegue nem mesmo encontrar meus tweets...
  • Eu não gosto do Facebook e não tenho.
  • Atualizações no meu Youtube são poucas e raras porque minha deficiência visual dificulta a criação de conteúdo visual.
  • Não estou no Deviantart pelo mesmo motivo acima.
  • Como encontrei alguns blogs interessantes no Tumblr, uma vez tentei usar, mas desisti porque a interface é completamente inutilizável com programas leitores de tela, portanto não é acessível para usuários deficientes visuais que dependem desses programas para usar o computador.
  • Além disso, costumo ler mais do que postar (quem conhece este blog sabe como meus posts são infrequentes). Tem uma comunidade no Reddit, a r/Persona5, que acompanho desde 2016, antes do lançamento do jogo Persona 5 no Japão. Mas eu nem tenho uma conta no Reddit e apenas leio o que outras pessoas publicam. Surpreendentemente, tenho paciência suficiente pra isso, já que a comunidade tende a ter discussões interessantes sobre o enredo, os personagens e o jogo em geral. Mas, até agora, nada me incentivou o suficiente pra realmente querer criar uma conta no Reddit e ir escrever alguma coisa lá, e fico satisfeita apenas lendo.

E Agora, Tem o Steemit...

Um dia, uma leitora das minhas fanfics, uma talentosa artista que usa o apelido Ayza, fez um comentário na página da minha fanfic. Eu fiz um acordo com ela para pedir um desenho relacionado à minha fanfic, e ela me enviou os links das redes sociais onde eu poderia encontrá-la. Entre estes links estava a página de perfil em uma rede social que eu nunca tinha ouvido falar antes, chamada Steemit.

No ar desde 2016 e ainda em versão beta, o Steemit é basicamente uma rede social que recompensa pessoas por publicar conteúdo. Os usuários que leem e gostam de um post podem dar um upvote (semelhante às "curtidas" no Facebook ou os "upvotes" no Reddit), comentar (também é possível dar upvotes em comentários) e repostar o artigo para os seguidores, o que dá mais visibilidade ao post. Uma semana após a postagem, o autor do post ganha alguns "pontos", que na verdade são criptomoedas (moedas digitais, no estilo do famoso Bitcoin) que podem servir como poder para que seus votos valham mais "pontos" dentro do Steemit, ou convertidas em dinheiro normal em algumas exchanges (corretoras) de criptomoedas. Esta é uma explicação extremamente simplificada, mas essa é a ideia básica. Muito mais detalhes estão no FAQ do Steemit (em Inglês).

Eu achei os conceitos interessantes. A qualidade dos posts que eu li era boa e encontrei comentários bacanas. Pareceu ser um lugar acolhedor, e fez algo que a maioria das redes sociais não conseguiu. Fazer eu querer me cadastrar! :P

Então, eu me cadastrei. As únicas coisas que eles pedem são um nome de usuário, um endereço de e-mail e um número de celular (só pra receber uma mensagem SMS com um código pra validar a conta). Como acontece com muitos serviços que estão em beta, tem uma lista de espera. Enquanto esperava, eu li alguns artigos pra saber mais sobre como as coisas funcionam no Steemit. Quatro dias depois, minha conta foi aprovada. Embora não seja obrigatório, é de praxe que os novos usuários façam um post de auto-apresentação com a tag "introduceyourself" e tentem começar a se envolver com a comunidade. Eu fiz um (em Inglês) e, para minha surpresa, alguns usuários gentilmente usaram um pouco de seu tempo para me receber e me dar algumas dicas sobre como usar a plataforma. Então, eu aprendi que o Steemit tem uma comunidade crescente de brasileiros, bastante amigável e disposta a ajudar novatos como eu.

Encontrei vários posts bem escritos e interessantes, inclusive em Português (que usam a tag "pt" para ficarem mais fáceis de achar). Também fiquei sabendo da existência de um site de streaming de vídeo semelhante ao Youtube chamado DTube e um site de transmissão de áudio semelhante ao Soundcloud chamado DSound que usam o mesmo sistema de recompensas que o Steemit. Como eu tenho dificuldades pra encontrar imagens pra usar como fundo nos meus arranjos ocasionais de músicas de jogos no Youtube, e o Soundcloud é outro site que não conseguiu me convencer a me cadastrar, o DSound pode ser uma boa opção para mim (não tem cadastro e usa a conta do Steemit para login). No entanto, o DSound ainda tem alguns problemas de acessibilidade - basicamente, os botões não têm nenhum texto dizendo o que eles fazem (sua funcionalidade é representada apenas por ícones) e usuários deficientes visuais que dependem de programas leitores de tela não conseguem saber para que os botões servem -, mas é um projeto jovem com muito potencial e espero que esse aspecto melhore no futuro. Você pode ler o post explicando como o DTube funciona aqui, e o que explica sobre o DSound aqui (em Inglês). São posts um pouco antigos e já houve várias melhorias nos dois projetos, mas o funcionamento básico continua o mesmo.

Falando em acessibilidade, o Steemit em si é bastante acessível, e meu leitor de tela se deu bem com o site. Eu encontrei alguns pequenos problemas, mas nada que realmente prejudique meu uso do serviço.

Claro que nem tudo é um mar de rosas no Steemit. Nem todos os posts são de boa qualidade. Também tem bastante lixo, e tem pessoas que abusam do sistema com spam (isso é inevitável em qualquer lugar, ainda mais quando recompensas com valor monetário estão envolvidas) e a plataforma ainda não possui alguns recursos que proporcionariam uma melhor experiência de uso. O Steemit ainda está em beta, está longe de ser perfeito, e pode ser complicado aprender no começo. Mas uma coisa que fez eu me identificar com o Steemit é que a comunidade é prestativa e escreve vários posts para orientar os usuários novos, ou para recomendar formas e ferramentas para resolver as deficiências da plataforma. Existem várias recomendações de posts de usuários úteis na página de boas-vindas do Steemit (em Inglês). Inspirada nisso, também tentei fazer a minha parte escrevendo um post sobre filtragem de posts por autores e tags (espero que seja útil para alguém).

Até agora, estou gostando da estadia. Em uma semana, consegui 14 seguidores. A julgar por suas postagens, desconfio que uns três sejam bots, mas os outros são pessoas reais (a maioria delas são as que me receberam no meu post introdutório) e são bastante ativas na comunidade brasileira. Os usuários ávidos de redes sociais podem rir, mas 14, ou mesmo 11 seguidores são uma grande conquista para mim.

Se vou ganhar dinheiro com o Steemit? Sinceramente, considerando minha falta de paciência com redes sociais e falta de habilidade pra divulgar conteúdo, eu duvido. Mas estou gostando do conteúdo, e por enquanto, eu só queria poder obter um pouco mais de STEEM POWER para que meus votos valham mais e ajudem a dar mais visibilidade para o conteúdo que eu gosto.

Será que terei paciência suficiente para continuar frequentando o Steemit? Isso, apenas o tempo dirá, mas espero que sim!

Coloquei um link para o meu perfil do Steemit na barra lateral. O link é:

https://steemit.com/@aiyumi

Por mais que eu queira repostar algumas coisas daqui do blog no Steemit, não posso publicar todo o texto, porque isso faria os mecanismos de busca penalizarem ou este blog ou meu blog no Steemit por conteúdo duplicado. Então, vou fazer alguns experimentos, alternando entre postar aqui e lincar por lá, e vice-versa. Vamos ver o que acontece...

Edit (13:35): nossa, parece que o Steemit trouxe alguns seguidores para o meu Twitter em Inglês também! O número aumentou de 7 para 11 (11 aqui também? XD ). Só percebi quando entrei no Twitter pra avisar sobre este post. :D

Ano Novo, Disco Novo

Aiyumi -

2018 chegou, e eu já comecei o ano com... uma falha no HD do meu computador principal. Na manhã do dia 4 de janeiro, eu tinha acabado de começar meu trabalho (estou trabalhando em casa) quando, de repente, sem nenhum sintoma ou aviso prévio, o computador começou a emitir cliques, tudo travou, a máquina parou de responder e a única maneira de desligar foi segurando o botão power por alguns segundos. Quando eu liguei de novo, recebi uma mensagem de falha no disco rígido. Usei uma live USB de Linux pra tentar ver o que estava acontecendo, e tudo funcionou bem, exceto o HD. O disco nem sequer foi reconhecido e continuou emitindo cliques. Abrimos a máquina e trocamos os cabos SATA, mas não adiantou (o problema não era com os cabos). Conclusão: o HD morreu de vez.

Avaliando as Perdas

Eu geralmente faço um backup uma vez toda semana. Ênfase em "geralmente". Ironicamente, na semana anterior eu não tinha feito, e por isso, perdi duas semanas de alterações (a semana anterior + a semana em que o HD pifou). Felizmente não perdi o progresso na maioria dos meus scripts relacionados a trabalho porque eu os tinha enviado para os servidores do escritório. Mas perdi um capítulo inteiro de uma das fan fictions que estou escrevendo, que tinha levado meu tempo livre dessas duas últimas semanas pra escrever, e ainda estou tentando recuperar a motivação pra escrever tudo de novo. Também perdi a partição do Windows, que na verdade nunca me ocorreu em fazer backup porque eu pensava que não tinha nada importante lá... até que, depois de perder o HD, lembrei que todos os meus arquivos de projetos de VOCALOID e UTAU estavam lá, incluindo as USTs do cover de "Wake Up, Get Up, Get Out There" que levou um mês pra eu conseguir terminar. Eu tinha copiado os arquivos de áudio gerados pra partição do Linux, mas as USTs não... :(

Escolhendo um Disco Novo

Depois de muito pensar, decidi ir de SSD em vez de outro HD. SSD ("Solid State Drive") é um tipo diferente de disco em que a memória fica num chip (como as memórias de cartão SD ou de pendrive), o acesso aos dados é direto no chip e o disco não precisa ficar girando igual ao HD, então é bem mais rápido (tinha ouvido dizer que a máquina liga e o sistema operacional inicia em questão de segundos, e programas pesados abrem rapidinho). Mais durável, silencioso e gasta menos energia elétrica do que HDs. Dizem que depois de conhecer um SSD, é difícil querer voltar ao HD antigo. Já fazia alguns meses que eu estava curiosa pra saber como era, e resolvi fazer do limão uma limonada e aproveitar esta "oportunidade" pra experimentar. O problema é que é uma tecnologia meio cara ainda, e paguei R$ 375 num SSD que só tem 240GB, sendo que por esse preço eu poderia ter comprado um HD normal de 1TB... mas tudo bem. Pode parecer pouco espaço, mas meu HD antigo era de 1TB e nunca chegou perto de encher (o máximo que chegou foi usar uns 30GB da partição com o Slackware Linux, 70GB da partição separada do home e 50GB da partição do Windows, totalizando cerca de 150GB), então acredito que 240GB seja espaço suficiente.

Encomendei um SSD da Western Digital (WD Green 240GB) pelo Mercado Livre. Comprei na quinta à noite, foi enviado na sexta de manhã e chegou na segunda (acho que de fim de semana os correios não entregam). Enquanto esperava chegar, eu tive de trabalhar usando o netbook (máquina não muito potente onde cada página no Firefox demora uns 20 segundos pra carregar e o Orca demora outros tantos pra começar a ler), e também foi onde eu baixei as ISOs do Linux pra instalar quando o SSD chegasse. Baixei, conectei um gravador de DVD externo ao netbook, gravei num DVD RW e pronto. Preparar as ISOs de Linux foi fácil fácil. Por outro lado...

Tentando Baixar o Windows

Meu sistema operacional principal é o Linux. Os programas de Windows que às vezes eu usava (principalmente VOCALOID e UTAU) rodam no Wine, mas o problema é que o Wine não é acessível para deficientes visuais porque não implementa as interfaces de acessibilidade e nenhum leitor de tela funciona nele. Mas já que o Windows 7 veio com a máquina e eu tenho a licença, então resolvi usar. Eu tinha feito um backup do Windows logo que comprei o computador e tinha gasto todos os meus DVDs RW, e mais dois DVDs R porque não tinha RWs suficientes. Mas aquele era um backup do Windows recém-instalado, sem atualizações de segurança nem nada, e pior, só poderia ser restaurado de dentro do Windows! Conclusão: não serviria para nada. O jeito seria reinstalar tudo do zero mesmo. O problema é que a Dell não manda as mídias de instalação do Windows, e o instalador fica (adivinha onde...) numa partição do HD! Claro, o HD pifou, então o instalador foi junto.

Existe uma página da Microsoft onde deveria ser possível baixar o instalador. Teoricamente, só precisa informar o código de série, que eu tenho. E eu informei. Aí, "pã!" deu erro dizendo que esse código não serve porque é versão do sistema que é disponibilizado pelo fabricante do computador, e que era pra eu entrar em contato com o fabricante (no meu caso, a Dell) pra obter a imagem customizada (a versão que vem com utilitários da Dell que nunca consegui desinstalar e mais um monte de porcaria que só consome recursos e espaço em disco).

Na página da Dell, tem que informar o código de uma "etiqueta de serviço" ("service tag") que está colada no gabinete do computador, pra aparecer conteúdo e downloads relacionados ao produto que eu adquiri deles (o computador). Informei o tal código, mas na parte de downloads pro modelo da minha máquina só tem drivers e mais nada. Navegando pelos tópicos de ajuda, descobri que tem três formas de conseguir uma mídia de instalação:

  1. A forma que eles recomendam é usar um programa pra gerar e baixar uma imagem customizada. Claro que o programa só funciona no Windows (então não adianta porque estou sem Windows. Não faço ideia se funcionaria no Wine). Queria saber se tinha outro jeito e, depois de muito procurar, encontrei a forma 2 abaixo.

  2. Tem uma página pra baixar a mídia de instalação do Windows, pra quem precisa baixar a imagem a partir de uma máquina sem Windows (meu caso! Opa!)... mas quando informei a etiqueta de serviço, disse que não tem nada disponível pro modelo da minha máquina.

  3. A outra forma de conseguir é entrar em contato com o suporte e solicitar uma mídia física, e se o computador não estiver na garantia (não está mais), tem que pagar uns 60 Dólares! Eu hein?! Tô fora...

Numa última tentativa, encontrei um post no blog de alguém que estava com um problema parecido, onde fiquei sabendo de uma gambiarra pra baixar o Windows 7 diretamente dos servidores da Microsoft sem informar o código serial. Basicamente é uma página pra baixar o Windows 10 (que não precisa informar código serial pra chegar no link do download), e se trocar um parâmetro na URL que corresponde ao produto Windows 10 pelo que corresponde ao Windows 7, daria pra baixar. É baseada na API que os fabricantes usam pra baixar as mídias de instalação dos Windows, e aí descobriram os IDs de todas as ISOs possíveis. Tentei. E... "pã!" não funcionou! Tentei com o ID do Windows 10 e funcionou*, mas com o ID do Windows 7 não! Aparentemente, não está funcionando para Windows 7 e o Office. Parece que a gambiarra ou não funciona mais, ou está com problema temporário na API.

* Veio um link de download do Windows 10, mas não adianta porque não tenho o código serial pra ativá-lo se eu instalá-lo. Nem sei se o Windows 10 conseguiria rodar nesta máquina...

Nossa... como software proprietário é enrolado! Por hora, desisti. Se a gambiarra voltar a funcionar, quem sabe eu tente de novo. Por enquanto, acho que vou ter que recorrer ao Wine e ajuda visual mesmo, fazer o quê...

Instalando o SSD

Na segunda-feira, 8 de janeiro, o SSD chegou. Eu sabia que era menor do que um HD de PC desktop, mas não esperava que fosse tão pequeno e fino... é tão fino quanto uma caixa de CD, e parece um memory card glorificado (e deve ser mesmo :P ).

Minha mãe e eu abrimos a máquina e trocamos o HD pelo SSD. Ao contrário dos HDs tradicionais que têm tamanhos diferentes (3,5 polegadas pra PCs desktop e 2,5 polegadas pra notebooks), aparentemente só existe um tamanho de SSD, que é 2,5 polegadas. Então, ideal pra notebooks, mas um pouco pequeno pra desktops (felizmente, as conexões SATA são iguais). Plugamos o cabo SATA e prendemos o SSD ao gabinete com um parafuso como deveria ser feito, mas não ficou tão firme quanto gostaríamos. Idealmente, eu deveria ter comprado um adaptador de 2,5" para 3,5" pra encaixar o SSD mais facilmente, mas o vendedor de quem comprei o SSD não tinha, fora que eu estava com pressa porque precisava da minha máquina funcionando logo pra trabalhar.

Algumas pessoas simplesmente conectam o SSD e o deixam pendurado pelos cabos SATA dentro da máquina sem muita preocupação, já que os SSDs não possuem partes móveis como os HDs e tem menos riscos de corromper os dados com impactos. Mas ficamos um pouco preocupadas. Incomodava deixar o SSD solto dentro da máquina. Então, nós cortamos um cabo USB antigo e nunca usado que tínhamos sobrando, amarramos nas "paredes" do compartimento dentro do gabinete, pra agir como uma "rede" pra ajudar a manter o SSD no lugar e impedi-lo de cair. Ficou feio por dentro, mas funciona! :P Mas ainda estou pensando se devo comprar um daqueles adaptadores pra solução ficar menos "gambiarrosa"...

Particionando o disco

A primeira coisa que fiz quando liguei a máquina foi inserir o DVD do instalador (falante) do Slint (Linux) e verificar o disco com o Fdisk. O sistema reconheceu o SSD normalmente e o tamanho foi reportado como 223GiB, o que se traduz nos 240GB anunciados. Então eu particionei o disco e fiquei com, aproximadamente:

  • 84GB para o Windows, caso eu consiga reinstalá-lo nesta máquina algum dia. Caso contrário, vou usar o espaço precioso para outra coisa.
  • 84GB para a partição home, para ser usada por dois Linuxes.
  • 4GB para swap. Não me lembro de esta máquina ter recorrido a swap alguma vez, mas sabe-se lá quando a necessidade pode aparecer...
  • 34GB para o meu sistema principal, o Linux. Em vez de instalar o Slackware, desta vez eu decidi ir de Slint, uma distro baseada no Slackware com acessibilidade por padrão e inclusive instalador falante, mas que no fundo não deixa de ser um Slackware.
  • E os últimos 34GB para o outro Linux. Eu escolhi o Arch Linux principalmente porque também tem instalador falante (na forma da ISO Talking Arch), e porque descobri que nele dá pra rodar o Warsaw, um software chato de internet banking (proprietário, de código fechado e difícil de solucionar - ou até mesmo identificar - problemas) que muitos dos bancos brasileiros decidiram adotar (não consegui fazer funcionar no Slackware de jeito nenhum, e a falta de acesso ao internet banking já estava se tornando um grande problema. Mas o tal software funcionou bem na instalação teste do Arch Linux que eu tinha no meu netbook, então...).

Eu instalei o Slint à noite, e no dia seguinte já consegui usar a máquina pra trabalhar. Naquele fim de semana, instalei o Arch Linux e o software de internet banking na outra partição. Depois disso, venho ajustando as configurações e instalando coisas extras à medida que as necessidades vão surgindo, tanto no Slint quanto no Arch, e os moldando ao meu jeito aos poucos.

E é esta a situação no momento em que escrevo. As coisas estão voltando ao normal, melhores e mais rápidas graças ao SSD. A máquina responde mais rápido do que antes e parece até que é nova! Foi um susto e tanto quando o HD quebrou, mas parece que as coisas mudaram pra melhor! No fim das contas, talvez dê pra dizer que comecei o ano bem...

Não que eu não tenha encontrado nenhum problema enquanto tentava deixar as duas distros Linux do meu jeito, no entanto. Tive alguns probleminhas (principalmente com o Arch, e mais porque não estou muito familiarizada com ele), apesar de já ter conseguido resolver a maioria deles. Mas isso é assunto para outro post.

No próximo post, pretendo falar sobre o Slint, a distro baseada no Slackware, multi-idiomas, com acessibilidade por padrão e com instalador falante!

Abertura do Persona 5 - Cover UTAU

Aiyumi -

Eu mencionei como eu estava animada para o lançamento do jogo Persona 5. Tão animada que comecei a escrever fanfictions sobre P5 meses antes do jogo ser lançado no Japão e quase não tínhamos informações sobre os personagens ou o enredo. Em 15 de setembro de 2016, o jogo foi lançado no Japão (estou escrevendo isto em 15 de setembro de 2017. Então, foi exatamente um ano atrás! :D ). E em 4 de abril de 2017, finalmente saiu a versão ocidental (e tinha até opção de dublagem em Japonês como DLC gratuito, exatamente como eu queria).

Eu normalmente não compro jogos em pré-venda, mas com o Persona 5, não resisti. Comprei online, na loja ShopB (não que eu queira fazer propaganda, mas já fazendo :P). Consegui um cupom de desconto em troca de dois jogos de GBA antigos que estavam encostados aqui, que eu praticamente nem joguei (eram jogos que vieram com o GBA usado que eu comprei no final de 2008), e a loja me deu um desconto extra pelo pagamento à vista (no fim, o desconto total foi de uns R$91!). A loja enviou o produto rapidamente, e o jogo estava em minhas mãos no dia do lançamento nacional (aqui no Brasil foi em 7 de abril, diferente dos USA e da Europa que foi no dia 4).

Eu não diria que o jogo não tem falhas, mas foi tão bom e divertido quanto eu esperava. Eu já fechei duas vezes (com áudio em Japonês) e consegui o troféu Platina no meu segundo playthrough. Atualmente estou jogando pela terceira vez (testando o áudio em Inglês). Há tantos pequenos detalhes que podem passar facilmente despercebidos na primeira, ou mesmo na segunda vez. O Persona 5 ainda continua me divertindo, mesmo que seja a minha terceira vez (e me dando ainda mais idéias de fanfics :P ). Estou muito satisfeita e fico contente pelo jogo ter correspondido às minhas expectativas e toda a anciedade desde o ano passado. Vale cada centavo e o trabalho que tive pra trocar os cartuchos de GBA usados :D .

Pra comemorar que eu platinei o jogo, e também que terminei uma das minhas fanfics longas (em Inglês) (que comecei a escrever antes do lançamento do jogo no Japão no ano passado), fiz um cover com UTAU da música de abertura do jogo, "Wake Up, Get Up, Get Out There" (se fosse traduzir pra Português, seria meio que "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima" :P ). Mas... UTAU? Sim, um software de síntese de canto. Eu já falei sobre isso aqui, onde eu tinha concluído que era impossível de usar o programa sem mouse e que eu provavelmente nunca conseguiria usar. Eu estava errada! De repente, decidi fuçar no programa um dia desses alguns meses atrás, e qual não foi minha surpresa quando consegui conectar algumas sílabas suavemente! Então, decidi fazer cover de uma música, e aqui está.

O link do vídeo está abaixo, com... a versão brasileira da capa do jogo! (tem coisas escritas em Português, mas o jogo está em Inglês) ... E um instrumental (bem impreciso) feito por mim, usando o software de gerador de acompanhamentos MMA(Musical MIDI Accompaniment) e meu teclado Motif XF.

Créditos e mais detalhes estão na descrição do vídeo, aqui.

Para baixar apenas o áudio:

Baixar/ouvir: wake-up_0.1.ogg (OpenDrive) | wake-up_0.1.mp3 (4shared)

Instalando o Orca no Slackware 14.2

Aiyumi -

Estas são instruções para instalar o leitor de telas Orca no Slackware 14.2 sem o ambiente de desktop Gnome. Não é a versão do Orca mais recente, mas é a compatível com as versões das bibliotecas que vêm por padrão no Slackware (para instalar o Orca mais recente, seria necessário recompilar versões mais recentes de muitos dos programas que já vêm no Slackware e seria muito mais difícil).

Do Slackware 14.1 para o 14.2, diminuiu bastante a quantidade de dependências, o que é uma coisa boa. A maioria das bibliotecas específicas do Gnome foram embora, não precisa mais recompilar programas que vinham no Slackware, e agora tudo que usa Python passou a depender do Python 3 em vez do Python 2. Se vierem mais dessas mudanças que facilitem as coisas, talvez logo seja possível que o Orca consiga entrar no Slackbuilds.org, aí não precisaremos mais ficar fazendo estes malabarismos com meus scripts. Vamos ter esperanças!

Para quem usou minhas instruções e instalou o Orca no 14.0 ou 14.1 e vai atualizar para o 14.2, precisa remover as dependências obsoletas com o comando abaixo (quem ainda não tem o Orca instalado não precisa usar este comando, mas olha só quantas dependências foram embora :D ):

# removepkg gnome-mime-data gnome-vfs gnome-python libgnome libbonobo ORBit2 pyorbit

Agora, as instruções de instalação propriamente ditas. Antes de mais nada, você precisa ter o Sbopkg instalado.

Na verdade, o processo para baixar e instalar o Orca continua quase igual ao que era antes. Se quiser, você pode ler as instruções anteriores para explicações mais detalhadas, mas resumindo:

  • Baixe o meu repositório e configure o Sbopkg para usar meus scripts:

    # git clone https://github.com/aiyumi/slackware-scripts.git
    # cd slackware-scripts
    # cp -R slackbuilds /var/lib/sbopkg/aiyumisb
    # cp slackbuilds/100-aiyumi.repo /etc/sbopkg/repos.d
    # cp sbopkg-queuefiles/aiyumisb/accessibility/*.sqf /var/lib/sbopkg/queues
    
  • Execute o Sbopkg com o meu repositório:

    # sbopkg -V aiyumisb/local
    
  • Se você ainda não tiver o Espeak (que o Orca usa por padrão), vá em "Queue" -> "Load", carregue o queuefile "espeakup" e instale. O Espeak será instalado junto com o Espeakup, que adiciona suporte a voz via Espeak ao Speakupp (leitor de telas para console, que é sempre bom ter).

  • Vá em "Queue" -> "Load", carregue o queuefile "orca", mande instalar e espere até terminar.

  • Edite as configurações do Speech-Dispatcher em "/etc/speech-dispatcher/speechd.conf". Certifique-se de que o módulo do Espeak está sendo usado e configurado para falar no idioma de sua preferência (no meu caso, Português). As linhas relevantes são:

    # ----- VOICE PARAMETERS -----
    DefaultLanguage "pt"
    
    # -----OUTPUT MODULES CONFIGURATION-----
    AddModule "espeak"       "sd_espeak"   "espeak.conf"
    
    DefaultModule espeak
    
    LanguageDefaultModule "pt"  "espeak"
    

    Para testar, use o comando "spd-say algumacoisa". Se sair som, então está funcionando!

  • Por último, copie o arquivo "/usr/doc/orca-*/orca.atspi2.xinitrc" para "~/.xinitrc" (é ele que seta as variáveis para ativar a acessibilidade na interface gráfica) e edite a última linha com o comando para iniciar o seu gerenciador de janelas ou desktop favorito (por exemplo, "startfluxbox" para o Fluxbox ou "startxfce4" para o XFCE).

Pronto. Aí é só usar o comando "startx" para entrar na interface gráfica e ouvir o Orca abrir a matraca :D .

Nota sobre o Firefox: nas instruções para o 14.0 e 14.1, eu tinha falado que o Firefox do Slack vinha com acessibilidade desabilitada e precisava ser recompilado, o que levava horas. A má notícia é que o Firefox do Slackware ainda vem sem acessibilidade. Mas a boa notícia é que eu descobri que não precisa compilar outro! Graças a este post do Frankiej, fiquei sabendo deste script que baixa o binário do Firefox fornecido pela Mozilla (em que a acessibilidade funciona) e cria um pacote ".txz" para o Slackware que pode ser instalado com installpkg normalmente.

Apesar do nome "latest-firefox", este script não se limita a baixar a última versão do Firefox. Na verdade, você pode usá-lo para baixar qualquer versão que quiser. É só passar a variável "VERSION" para o comando que executa o script. Por exemplo, no momento em que escrevo este post, o plugin do Java não funciona na última versão do Firefox porque tiraram o suporte à API que o plugin usa. Para quem precisa do plugin do Java, enquanto não sai uma versão do Java com um plugin compatível com o último Firefox, o jeito é usar uma versão anterior do Firefox onde o plugin do Java ainda funciona. A última versão do Firefox onde a API obsoleta funciona é a 51.0. Neste caso, o comando para obter o pacote do Firefox 51.0 para o Slack seria:

# VERSION=51.0 ./latest-firefox.sh

ou ainda, para o Firefox 51.0 com a interface em Português brasileiro:

# VERSION=51.0 FFLANG=pt-BR ./latest-firefox.sh

E o programa vai deixar o pacote pronto em "/tmp". Chega de ter que esperar três horas para compilar o Firefox a cada versão :P .

Slackware 14.2, Leitores de Tela e PulseAudio

Aiyumi -

Depois de um longo e tenebroso inverno (e primavera, e verão, e mais um pouco) finalmente estou no Slackware 14.2. Já faz quase um ano que saiu, mas eu estava sem coragem nem ânimo para atualizar, principalmente porque quando tentei atualizar a instalação no meu netbook (que serviu de cobaia como sempre), não tinha dado certo (é a primeira vez que tenho problemas tentando atualizar o Slackware). O sistema ficou sem som no meio da atualização e perdi o acesso aos meus programas leitores de tela dos quais eu dependo para fazer qualquer coisa no computador (ainda bem que foi no netbook e não na minha máquina principal!). Eu não estava conseguindo resolver e perdi a paciência de investigar, e acabei deixando de lado por um bom tempo. Agora que estou de férias do trabalho e com um pouco mais de tempo, finalmente arranjei paciência e coragem para tentar de novo.

more…

Bach/Gounod Ave Maria no Violino (Fá Maior)

Aiyumi -

A "Ave Maria" de Charles Gounod, baseada no "Prelúdio em C (dó) maior" de Bach. Esta é uma das músicas que eu vinha querendo aprender a tocar desde antes de começar a estudar violino. Para minha surpresa, ela aparece no livro 2 do Shinozaki, porém em fá maior em vez de dó maior como a original (a versão em dó é em um nível mais avançado, e se não me engano, está no próximo livro).

Quando gravei o violino, o acompanhamento não estava pronto ainda, então tive de usar um metrônomo para tentar gravar no tempo certo. Infelizmente eu gravei o violino trocentas vezes e o resultado não ficou tão bom quanto eu gostaria, mas foi o melhor que consegui fazer no nível atual. Quando chegar na versão em dó maior no próximo livro, quem sabe finalmente fique do jeito que eu queria...

O arquivo MIDI do acompanhamento foi criado no Linux usando um programa de linha de comando chamado MMA (Musical Midi Accompaniment). Foi digitado em dó maior e transposto para fá maior (sim, eu confesso, eu trapaceei :P . Pelo menos já terei o acompanhamento pronto quando chegar na versão em dó maior). Depois, o áudio foi renderizado com o som de harpa do meu teclado Motif XF.

Edit: só depois que fui ver, acho que eu misturei os arquivos de áudio e acabei não usando o som gerado no Motif XF. Esse som de harpa é do Fluid R3 Soundfont... ah, agora já foi :P .

Baixar/ouvir o áudio: bg-ave-maria_f01.ogg (OpenDrive) | bg-ave-maria_f01.mp3 (4shared)

Download do acompanhamento: MIDI (dó maior) | MIDI (transposto para fá maior) | arquivo fonte do MMA (que na verdade nada mais é do que um arquivo de texto)

Meu Novo PS4 Slim! Algumas Impressões e Dicas Rápidas

Aiyumi -

O principal motivo pelo qual eu nunca tinha me interessado pelo PS3 e demorei tanto para me interessar pelo PS4 foi porque ambos não tinham jogos que me atraíssem. O forte do PS3 e do PS4 parecem ser jogos voltados para gamers hardcore, cheios de ação e com gráficos arrasadores. Em geral jogos de tiro, de guerra e de futebol, que não são a minha praia (prefiro jogos mais calmos como RPGs com batalhas em turnos). Mas agora estão aparecendo JRPGs (RPGs japoneses) de meu interesse no PS4, principalmente o Persona 5, o RED ASH e o Final Fantasy VII Remake. Então finalmente decidi que iria comprar um PS4.

Depois de vários meses esperando e comparando preços, e então descobrindo que o PS4 Slim seria lançado e tendo que esperar mais ainda, finalmente adquiri meu PS4 (como diz o ditado, quem espera sempre alcança :P ). Na verdade eu ia esperar um pouco mais, mas o resultado das eleições dos Estados Unidos fizeram o Dólar subir adoidado, e como por aqui coisas de games costumam ser importadas, os preços só tendem a subir. Então, resolvi que era agora ou... bem, não diria "nunca", mas sabe-se lá quando os preços voltariam a valores aceitáveis se resolvesse esperar mais.

Optei pelo PS4 Slim porque, segundo as minhas pesquisas, ele é mais silencioso e consome menos energia, e a bateria do novo modelo do controle (sem fio) que vem com ele também dura mais.

Seguem algumas dicas e observações que reuni durante as minhas pesquisas e meus testes, além das minhas impressões sobre o console.

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Assista Online ao Episódio Especial de Anime do Persona 5

Aiyumi -

No post anterior, eu falei sobre a série Persona e como estou animada para o lançamento de Persona 5.

No dia 3 de setembro de 2016, no Japão foi ao ar um episódio especial de anime de Persona 5 para divulgar o jogo. O especial se chama "Persona 5 the Animation - the Day Breakers" e narra uma sidequest dos protagonistas (é uma missão aleatória que não interfere na história principal do jogo, então não tem spoilers).

O Crunchyroll é um site de streaming de anime (no estilo do Netflix), que licencia e transmite animes legalmente e compartilha o dinheiro obtido das assinaturas com os criadores dos animes, e também dispõe de uma seleção de animes para serem assistidos gratuitamente (muitos com legendas em Português) (porém com propagandas interrompendo o vídeo de tempos em tempos :P ). O site disponibilizou o especial do Persona 5 para seus assinantes em 3 de setembro, simultaneamente à transmissão no Japão. E uma semana depois (em 10 de setembro), o episódio foi liberado também para os não-assinantes, e é possível assistir gratuitamente (inclusive com legendas em Português!) clicando aqui (não precisa criar cadastro nem nada. É só entrar na página e assistir!).

Preparação para a Chegada do Persona 5

Aiyumi -

Ano passado (2015) fechei o jogo Persona 3 FES (para Playstation 2) e no começo deste ano (2016) fechei o Persona 4 (também para o PS2). Uma introdução bem básica para quem não conhece: os jogos de Persona são JRPGs (RPGs japoneses) sobre alunos do colegial que têm que equilibrar estudos, encontros com amigos, e lutas contra fenômenos sobrenaturais em que eles invocam uma espécie de "eu interior" em forma de criaturas chamadas "Persona", sendo que tanto as Personas quanto os inimigos são baseados em seres mitológicos, anjos, demônios e coisas do tipo. Os jogos contêm personagens carismáticos e bem desenvolvidos, enredos envolventes, e cenas de humor típicas de anime. A partir do Persona 3 têm um sistema de calendário onde devemos acompanhar os protagonistas ao longo de um ano, vendo várias curiosidades da cultura japonesa como algumas comidas típicas (esses jogos até me fizeram tentar preparar um lámen! :P ), algumas localidades e até mesmo que dias são feriado no calendário por lá!

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[Violino] "Asa Jovem" - Duetos com os Professores

Aiyumi -

Cheguei na última música do método de violino Shinozaki volume 1. É a "Wakai Tsubasa" (literalmente "Asa Jovem"), de um compositor japonês chamado Taijiro Go (1907-1971). É um dueto (para dois violinos) e, basicamente, é uma música bem animada, rapidinha e com trechos com sequências sucessivas de notas repetidas em que é bem fácil de se perder :P .

Aprendi a parte do primeiro violino e fiz o dueto com a minha professora, a Fabiane Suzuki (antes que alguém pergunte, não, apesar do sobrenome e de ser violinista, ela não tem nenhuma relação com o Suzuki dos métodos de violino :P ). Aí vai a gravação.

Baixar/ouvir: wakai-tsubasa-duet-f01.ogg (OpenDrive) | wakai-tsubasa-duet-f01.mp3 (4shared)

Logo em seguida, também tive a oportunidade de tocar com o Juan Rossi, que também é violinista e professor - ele inclusive estudou na Áustria e toca na OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, que é uma grande referência). Foi uma honra poder tocar com ele!

Baixar/ouvir: wakai-tsubasa-duet-j01.ogg (OpenDrive) | wakai-tsubasa-duet-j01.mp3 (4shared)

A pressão foi grande. Tocar junto com os super professores, sabendo que estava gravando! (bom, na verdade fui eu que sugeri gravar, então claro que eu sabia...) Na hora de tocar eu fiz o máximo para não pensar em mais nada. Atenção total para não me embaralhar nas notas enquanto corria para "acompanhar o acompanhamento" :P e não ficar para trás, porque a música é rápida. Pelo menos eu não travei e consegui sincronizar com o segundo violino até o final. Apesar de algumas desafinações e uns errinhos, considerando pressão e tudo mais, o resultado até que saiu legal e eu me senti bastante realizada. Fazer os duetos foi uma experiência e tanto! Agora é aprender a parte do segundo violino...